União, MDB e PSDB decidem anunciar candidatura única

Os partidos MDB, PSDB e União Brasil decidiram que vão lançar candidatura única à presidência da República no dia 1º de junho.
Os presidentes das três legendas estiveram reunidos neste domingo (13) à noite, em São Paulo e decidiram firmar aliança específica para as eleições deste ano no lugar de uma federação, que duraria quatro anos. O acordo se estende ao Cidadania, já que o partido será federado com o PSDB.

“Passado o período de janelas, cuidando cada um das realidades partidárias, de descompatibilização de prefeitos e governadores, nós focaremos no entendimento de qual é o critério de escolha desse candidato até 1º de junho”, afirmou à CNN o presidente tucano, Bruno Araújo, sobre o acordo com MDB e União.
O presidente do União Brasil, Luciano Bivar, afirmou que o arco de partidos estará aberto para alianças com outras legendas que desistam da candidatura presidencial própria, como o Podemos, de Sérgio Moro.
“Vamos lançar uma candidatura única. Não estamos preocupados com o que pensa Bolsonaro e Lula, mas com o que o candidato escolhido pensa sobre respeitar instituições, estado democrático e livre mercado”.
As opções, entre os nomes já conhecidos, vão ser apresentadas no início de abril. É quando terá início oficialmente a disputa entre os pré-candidatos. Até a decisão final, caberá aos três nomes viajar pelo país, explicar suas propostas, buscar apoios. O pré-candidato do PSDB é o governador de São Paulo, João Dória, a pré-candidata pelo MDB é a senadora Simone Tebe


– 

O deputado federal e presidente estadual do PP no Maranhão, André Fufuca, decidiu apoiar a pré-candidatura do vice-governador, Carlos Brandão (PSDB), nas eleições de 2022.Na internet, Fufuca divulgou um card de um evento pró-Brandão que será realizado na quinta-feira (17), no Villa Reale Buffet, em São Luís. “A família progressistas convida você para participar do evento de apoio ao amigo e vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão”, publicou. O deputado estava fechado com Weverton, mas voltou atrás no posicionamento.










Por causa dessa revoada, já havia desconfianças de que o grupo tentaria tomar a legenda de seu atual comando. Agora, com a operação da PF, Valdemar e seu grupo passaram a acreditar que o próprio Bolsonaro está à frente da operação.